Objectivo - "Caminhos do Futuro"

Conheci Pardilhó há mais de 50 anos e a esta Vila estou ligado por razões familiares, onde possuo a minha segunda residência.

Aprendi a gostar desta

“Vila Ribeirinha no Coração da Ria de Aveiro”

e a viver a sua lenta evolução.

Muitos de nós, pensamos, falamos mas pouco actuamos. Falta-nos

O DESPERTAR

Foi este sentimento que me moveu a criar este Blog, onde, com respeito pelo passado, se analise o presente e dinamize o futuro.

Queremos desenvolver ideias, apresentar sugestões, ajudar a construir muito do que esta Vila carece.

Pretendemos também, chegar perto daqueles que lá longe, forçados a deixar a sua terra, nunca a esqueceram.

O futuro dos nossos sonhos está nas nossas mãos.

VAMOS DESPERTAR PARDILHÓ !

Ao criarmos a frase:

"Vila Ribeirinha no Coração da Ria de Aveiro"

Fizemo-lo para distinguir a nossa Vila no contexto geográfico em que a mesma se situa.

Se imaginarmos a Ria de Aveiro como um corpo humano, teremos a cabeça a Norte em Ovar e os pés a Sul em Terras de Mira.

Continuando a observar esse corpo, podemos constatar que no seu lado esquerdo se situa o coração, é PARDILHÓ.

Assim, ao usarmos esta frase, estamos não só a referenciar como a dignificar a nossa Vila.

Antes do que o Moliceiro e a Enguia, ela também está no coração da Ria!...

Se gostarem usem e abusem desta frase!

Pardilhó ficará agradecida.


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010



 Não existe cápsula ou algum engenho mecânico que tire os Portugueses deste profundo buraco em que incompetentes políticos os meteram.
Há muito que somos dirigidos por uma classe de políticos medíocres, sem experiência profissional.  Políticos que nem política sabem fazer.
Estes senhores dirigem o Estado sem nunca terem sido confrontados com o dia a dia de uma experiência empresarial, conduzindo o País para o descalabro.
Como seria Portugal se tivesse um governo de empresários com as mais elevadas qualificações e comprovadas provas de sucesso na gestão das suas empresas ?
É um cenário teórico mas certamente que o país estaria bem melhor.
Não podemos continuar condenados a sermos governados por políticos carreiristas, alguns funcionários públicos  e inconsequentes cérebros universitários.
Temos pois de ser todos nós na altura oportuna, a saber dizer não !
Um recente estudo realizado pela consultora internacional “Nielsen”, coloca os Portugueses como o Povo mais pessimista de entre 53 países.
Temos de inverter esta posição.
Os Portugueses ao longo da sua história, conheceram momentos adversos e sempre conseguiram ultrapassá-los.
Muitos obrigados a emigrar, encontraram caminhos de sucesso nos países de acolhimento e são devidamente reconhecidos pelo seu valor profissional.
Dois prestigiados economistas portugueses, vão em breve ocupar altos cargos internacionais:
Um como responsável para a Europa do Fundo Monetário Internacional;
Outro convidado pelo Governo Britânico, para assumir o lugar de Presidente Executivo do Lloyds Bank, o maior banco inglês.
Esta é mais uma prova de que temos gente competente
Acreditamos também na existência de uma nova classe de jovens formados nas nossas universidades e institutos com capacidade dinâmica e criativa para substituir os políticos obsoletos e dar novo rumo à nossa economia.
Portugal tem, na sua frente, três caminhos possíveis para desenvolver a sua economia:
AGRICULTURA, MAR E TURISMO.
Na Agricultura:
Produzindo e transformando o que necessitamos de consumir, reduzindo as importações
No Mar e nas pescas onde temos a maior zona exclusiva da Europa, com 2147Km de costa – incluindo Açores e Madeira.
No Turismo, aproveitando a sua situação geográfica e o excelente clima.
Em breve inicia-se um  novo ano, anunciado de difícil, mas vamos ter esperança nos Portugueses, os únicos que uma vez mais  e com o seu esforço, vão conseguir sair do BURACO em que os meteram.

sábado, 20 de novembro de 2010



A inveja  é um sentimento de aversão do que o outro tem ou faz, e o próprio não possui a capacidade de fazer.
Temos conhecimento de pessoas que exorbitam nas suas palavras e atitudes, quando revelam o sentimento de inveja.
O bem estar, o conforto e o sucesso são motivos de inveja.
A falta de imaginação e a incapacidade de criar, leva na maioria das vezes a ter-se inveja dos que tem sucesso, este fenómeno está também associado há pouca cultura do povo.
A inveja é assim um estado de espirito difícil de ser eliminado do ser humano.
Camões na sua obra refere-se á inveja como um mal dos Portugueses.
Este defeito em nada contribui para o progresso do Pais, e surge associado á literacia, criando facilmente o boato e a maledicência.
A inveja por vezes expressa-se quando alguém se sente afrontado por algo incapaz de superar, tornando-se inoportuno
Infelizmente este modesto trabalho que temos vindo a fazer com dedicação em prol de Pardilhó, também já foi atingido pela INVEJA.
Lamentamos ter de o dizer.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010


O cenário que os políticos e comentadores têm apresentado sobre a situação do nosso País é desanimador para a maioria dos Portugueses.

Com uma economia muito débil e sem aparente capacidade produtiva, o País parece encaminhar-se para uma pobreza duradoura.
Portugal é um País medianamente medíocre, pouco culto e está impreparado para enfrentar desafios que visem desenvolver a sua economia.
Os Portugueses necessitam que lhes sejam apresentadas novas e importantes ideias que os despertem do seu imobilismo e contribuam para o desenvolvimento económico do País.
Temos normalmente uma atitude espectante, esperando sempre que alguém resolva os nossos problemas. Somos pouco empreendedores.
Segundo um estudo da União Europeia, apresentado em Junho último, os Portugueses são os menos empreendedores de todos os povos da Europa, preferem ser empregados do que investir em negócios.
Este espírito tem que ser combatido, se quisermos recuperar do atraso em que nos encontramos e produzir riqueza, sem se produzir riqueza, não se pode distribui-la, de forma equitativa. Cabe pois, a cada um de nós, pensar “que futuro queremos?”.
Em Maio no nosso tema “Micro Empresas – Polos de Desenvolvimento”, deixamos algumas ideias, para uma modesta contribuição do que se poderia fazer em Pardilhó. Sugerimos a criação de uma Oficina de Ideias, mas a nossa Junta de Freguesia não teve capacidade pare entender esta sugestão.
Precisamos de despertar iniciativas, que possam ajudar a contribuir para um melhor futuro individual e colectivo.
Não sabemos se temos audiências interessadas, mas porque somos optimistas, queremos contribuir para que o futuro seja mais promissor. Um futuro com mais esperança.
Em Pardilhó existem imensas oportunidades a desenvolver e temos propostas que iremos apresentar e que podem ajudar os Pardilhoenses a melhorar o seu futuro.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010






     








UM  ANO!!

Quando há um ano iniciámos este Blog, foi meu desejo prestar um serviço cívico à Comunidade de Pardilhó e ao Concelho de Estarreja.
Tinha plena consciência de que ia remar contra a maré e encontrar barcos há muito fundeados, difíceis de se moverem.
Com os objectivos bem definidos, no início do Blog, pretendemos ser uma página de opinião, com alguns reparos e sugestões para os Pardilhoenses, Junta de Freguesia e Câmara Municipal de Estarreja.
Anexámos uma coluna com informação cultural diversificada, indo ao encontro do interesse dos amigos que nos lêem.
Ao longo deste ano, abordámos diferentes temas:  Gentes de Pardilhó, das suas Ribeiras, da Família, de Literacia, do Polo de Leitura, do Poeta da Terra, José Bento, de Ecologia e Ambiente, de Pólos de Desenvolvimento, da Economia Local, de Oficinas de Verão, de Restauração, de Inércia e de Proactividade, de Promessas Eleitorais e do tão desejado Museu Etnográfico.
Foram 35 artigos publicados, que podem ser revistos no arquivo mensal do Blog.
Em todos esses momentos, procurámos chamar a atenção de alguém e tivemos  algumas mensagens de reconhecimento, até de Pardilhoenses a viver no estrangeiro.
Recebemos mails do Sr. Presidente, Vice-Presidente e de alguns Vereadores de Câmara, reconhecendo o nosso trabalho.
Porém da Junta de Freguesia, a quem mais destinámos as nossas sugestões, não obtivemos qualquer comentário, nem resposta a alguns mails que lhe foram enviados.
Tudo o que fazemos é pelo progresso de Pardilhó e pelo seu desenvolvimento económico e cultural, sem perda das suas belas características naturais
Não foi por acaso que demos a este Blog, o título de “DESPERTAR PARDILHÓ”.
Só se desperta, o que está adormecido. E na nossa Vila, existem muitas mentes adormecidas, que necessitam ser acordadas.
Este modesto trabalho, só tem sido viável com a colaboração de uma estimada e querida neta, exemplo do que é desejável e possível numa boa relação geracional.
Pensando que esta nossa contribuição tenha alguma utilidade, continuaremos a remar até que os remos se partam.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010


  Na década de 60, Pardilhó dispunha de uma vida social e cultural activa, hoje praticamente inexistente.

No local onde se situa o Banco Espirito Santo, existia num velho prédio, um café propriedade do senhor Henrique Lopes Ramos, ao tempo também Maestro da Banda Pardilhoense.

Naquele local, verdadeiro ponto de encontro da aldeia, todas as noites, proeminentes figuras da terra se reuniam, entre advogados, médicos, jornalistas e outros.

Falava-se de tudo, estabeleciam-se contactos e cimentavam-se amizades.

Recordo de numa noite ter questionado o proprietário, se não pensava instalar uma televisão. E a resposta foi peremptória: ”Não, isto é um café selecto, é um local de convívio”.  E tinha razão!

Também naquela época, o Clube Pardilhoense oferecia-nos frequentemente, bailes sociais e récitas.  Bons momentos que fazem parte dos seus 102 anos de história,

Podendo ser um bom difusor da cultura, hoje  está reduzido à banda de música e ao grupo de música jazz. Como nos disse o seu presidente senhor Manuel Júlio Ramos, actualmente não têm  um programa de actividades, vivem apenas preocupados em angariar fundos para as obras da sede.

Também a Junta de Freguesia é incapaz de dinamizar actividades culturais, para além da gestão diária dos problemas que lhe são apresentados. Com um executivo de três elementos, não tem capacidade humana para ir mais além.

Face ao numero de eleitores, a lei não lhe permite ter um executivo mais dilatado. Contudo, pensamos que esta lacuna poderia ser resolvida se a Junta tivesse um assessor criativo e dinâmico para dar forma a várias sugestões culturais, que têm sido apresentadas.

Quem numa noite de Verão, se deslocar ao Centro da Vila, encontra um espaço agradavelmente bem iluminado, mas desertificado. Pardilhó necessita ter no centro da Vila, um bom café-pastelaria que receba bem os pardilhoenses e onde estes se sintam confortáveis.

Um novo PONTO DE ENCONTRO

Queremos continuar a ver os campos verdejantes, ainda que só de milho e a ouvir os pássaros cantar, mas Pardilhó merece mais, é preciso sair de uma evidente letargia.

Enquanto isso, PARDILHÒ continua a ser:


UMA BELA VILA ADORMECIDA.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010


É só mais uma sugestão...

O verão passou... pensemos no próximo
Consideramos que as festas anuais em homenagem a São Pedro, devem realizar-se sobre a égide do responsável religioso da paróquia.
Está comprovado que o trigo não convive bem com o joio, e não vale a pena tentar juntá-los.
PARDILHO deve organizar-se para ter um FESTIVAL DE VERÃO a realizar-se no ultimo fim de semana de Julho e nos três primeiros de Agosto, momento em que a Vila recebe mais visitantes.
Assim sugerimos que o grupo de 24 voluntários que levaram a efeito as FESTAS DO POVO, se organizem e em colaboração com a Junta de Freguesia, promovam PARDILHÓ através de um Festival de Verão, sem qualquer carisma religioso.
Voltamos a afirmar que PARDILHO tem todas as condições para ser a sala de visitas do Concelho de Estarreja, atraindo forasteiros de forma a contribuir para o desenvolvimento da sua parca economia.
Destacamos alguns pontos, que criteriosamente pensados, podem constituir um Programa do Festival:
·        Muita musica e alguma iluminação;
·        Gastronomia – tasquinhas;
·        Jogos tradicionais, jogo da malha, corridas de sacos, gincana de bicicletas, corrida de porcos, etc.;
·        Actividades desportivas com o apoio da Saavedra Guedes;
·        Concertos pela Banda Pardilhoense;
·        Conjunto de dança Jazz organizado pela Escola Secundária e o conjunto de música jazz Pardilhoense;
·        Exposições temáticas:
·        Artesanato:
·        Folclore com a participação dos grupos locais:
·        Festa da flor, com desfile infantil:
·        Dia do imigrante com o desfraldar de bandeiras dos principais Países de acolhimento:
E no ultimo domingo um fim de festa em grande, com um desfile pelas ruas de Partilhó,  representativo de todas as forças vivas e instituições da Vila, terminando com exibições no Centro Cívico.
Não faltarão patrocínios e a Câmara Municipal certamente apoiará  esta iniciativa através do seu Pelouro da Cultura.
Pardilhó escreverá com letras grandes o seu nome no Concelho de Estarreja.
Meus amigos Pardilhoenses ponderem nesta sugestão.
Não Existem Impossíveis. Apenas Coisas Difíceis de Realizar.
Mãos à obra. PARDILHO precisa de todos.